Oficina de Economia Solidária reúne 110 novos empreendedores

Uma oficina promovida pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda reuniu 110 pessoas interessadas em atuar nas feiras de Economia Solidária em Campinas. Os candidatos, divididos em duas turmas, participaram de reuniões no auditório do CPAT (Centro Público de Atendimento ao Trabalhador), nos dias 15 e 22 de fevereiro. Eles receberam orientações sobre como se comportar nas feiras e os direitos e deveres previstos no regulamento do programa. Atualmente, são 12 feiras em funcionamento, com cerca de 220 empreendedores.

O secretário municipal de Trabalho e Renda, Luis Yabíku, deu as boas vindas aos novos feirantes e ressaltou a importância do trabalho da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, que orienta e dá suporte ao desenvolvimento sustentável do comércio justo e solidário. O secretário explicou que é preciso seguir fielmente as regras do programa para que os objetivos de todos sejam alcançados. “Nosso papel aqui é dar as condições e orientações necessárias para o crescimento dos negócios”, explicou Yabíku.

Após a exibição de um vídeo institucional sobre a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda, os novos empreendedores conheceram as regras que devem ser cumpridas nas feiras. Para os comerciantes do segmento de artesanato, os produtos vendidos devem ser obrigatoriamente fabricados manualmente, sendo vedada a inclusão de artigos industrializados.

Para o setor de alimentação, é exigido curso de higiene e manipulação de alimentos, além do uso de toucas, aventais, álcool gel, utensílios e equipamentos em perfeitas condições de uso, descartáveis, saquinhos individuais com temperos e molhos, lixeiras internas e externas, placa de certificação da Anvisa, mangueira metálica com fios de aços transpassados, válvula de controle de entrada e saída de gás, entre outros itens de segurança.

Na próxima etapa, os comerciantes do setor de artesanato terão de submeter seus produtos a uma banca examinadora, que avaliará se o artigo está enquadrado nas regras de funcionamento das feiras. Já os do setor de alimentação, terão de realizar curso de higiene e manipulação de alimentos. Eles têm um prazo de até três meses para realizar o treinamento, a contar do início dos trabalhos nas feiras.