Décima Feira da Economia Solidária será inaugurada sábado, no Nova Europa

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O enfrentamento ao desemprego faz surgir em Campinas uma nova feira de artes e artesanatos criada com o objetivo de gerar renda para o complemento do orçamento familiar de várias famílias.
 
Com 17 empreendedores – nove no segmento de alimentação e oito de artesanato – a nova Feira da Economia Solidária será inaugurada neste sábado, 5 de novembro, às 9h, na Rua São José dos Campos no Jardim Nova Europa, próximo da área verde existente atrás do condomínio Parque Prado.
 
É mais uma ação da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda que no período de 18 meses implantou seis feiras, além do Espaço Pura Arte.
 
Os empreendedores terão a oportunidade de transformar o talento artesanal de cada um em geração de renda para complemento do orçamento familiar.
 
Esta será a décima feira do gênero em Campinas, sendo a sexta a ser implantada durante a atual gestão, atendendo a cerca de 300 famílias no total.
 
“Além da implantação de seis novas feiras, criamos também o Espaço Pura Arte na rua Barão de Jaguara e demos melhores condições para as outras feiras existentes continuarem gerando renda para diversas famílias em Campinas”, explica Arnaldo Salvetti Palácio Jr., secretário Municipal de Trabalho e Renda.
 
O conceito da Feira Solidária se dá na ajuda mútua entre os participantes para a compra de insumos e produtos em conjunto com o objetivo de baratear o preço.
 
A Prefeitura, por sua vez, fornece as barracas em regime de comodato para que o interessado possa iniciar seu próprio negócio apenas com o investimento nos produtos que irá vender.
 
O público-alvo do projeto é constituído por empreendedores de comunidades e segmentos historicamente excluídos das políticas públicas, e sua identificação se dá por meio do diálogo com organismos de representação e / ou movimentos sociais, aos quais estão vinculados.
 
Sua composição é a seguinte:
 
a) trabalhadores (as) que vivem em situação de desemprego e subemprego;
b) comunidades pobres, população especifica de territórios que possuem potencial para o desenvolvimento de novas atividades econômicas;
c) cooperativas, associações e redes de produção-consumo- comercialização
d) mulheres mantenedoras da família com potencial empreendedor e habilidades específicas nos segmentos de artesanato, confecção e produção de alimentos.
 
Os participantes das feiras de economia solidária não pagam pelo uso do solo enquanto integrantes do programa e estão proibidos de vender produtos industrializados.
 
“Em nossas feiras é possível encontrar pães e doces caseiros, bordados, enfeites, porta-retratos, almofadas, lanches e sucos, comidas típicas regionais como o acarajé, entre outros. Todos feitos manualmente pelos nossos empreendedores”, finaliza Slvetti.
 
As feiras existentes são as seguintes: Praça Bento Quirino, Largo do Pará, Praça da Concórdia, Avenida Suaçuna, Parque Linear Capivari, Vida Nova, Vila União, Vila Costa e Silva e CDHU San Martin.